Gênero: Drama.
Direção: Sidney Lumet.
Elenco: Henry Fonda, Lee J. Cobb, Jack Warden, Joseph Sweeney, Martin Balsam, John Fiedler, E.G. Marshall, Jack Klugman, Edward Binns, Ed Begley, George Voskovec, Robert Webber.
País: Estados Unidos.
Tempo: 96 min.
Idioma: Inglês.
Sidney Lumet tem uma estréia fantástica no cinema. Logo em seu primeiro filme ele nos brinda com uma obra prima da sétima arte. Em 12 Homens e uma Sentença o diretor filma em preto e branco, quase inteiramente em um único cenário e praticamente sem qualquer trilha sonora. E todos esses elementos, que poderiam levar a um filme tedioso, dão mais tensão e profundidade ao roteiro, que já é excelente.

Após um julgamento, os 12 jurados se reúnem nesta sala pequena, apertada e quente para decidirem se o rapaz acusado de matar o pai a facadas é culpado ou inocente. Caso seja considerado culpado, será sentenciado a morte. Dos 12, 11 o consideraram culpado; apenas o jurado #8 (Henry Fonda) questiona se o julgamento realmente provou de forma irrefutável que o rapaz é o assassino, ainda que não afirme que ele seja inocente.
Partindo deste cenário, surgem inúmeras discussões que envolvem preconceito, inocência, dever cívico, dentre outros aspectos abordados. Diversos argumentos da sociedade em relação ao tema que envolve um tribunal do júri são apresentados, como a presunção da inocência, ônus da prova, dentre outros. Arquétipos de indivíduos são apresentados em cada jurado, mas sem exagerar ou caricaturizar cada um.
Sidney Lumet tem uma estréia fantástica no cinema. Logo em seu primeiro filme ele nos brinda com uma obra prima da sétima arte. Em 12 Homens e uma Sentença o diretor filma em preto e branco, quase inteiramente em um único cenário e praticamente sem qualquer trilha sonora. E todos esses elementos, que poderiam levar a um filme tedioso, dão mais tensão e profundidade ao roteiro, que já é excelente.

Após um julgamento, os 12 jurados se reúnem nesta sala pequena, apertada e quente para decidirem se o rapaz acusado de matar o pai a facadas é culpado ou inocente. Caso seja considerado culpado, será sentenciado a morte. Dos 12, 11 o consideraram culpado; apenas o jurado #8 (Henry Fonda) questiona se o julgamento realmente provou de forma irrefutável que o rapaz é o assassino, ainda que não afirme que ele seja inocente.
Partindo deste cenário, surgem inúmeras discussões que envolvem preconceito, inocência, dever cívico, dentre outros aspectos abordados. Diversos argumentos da sociedade em relação ao tema que envolve um tribunal do júri são apresentados, como a presunção da inocência, ônus da prova, dentre outros. Arquétipos de indivíduos são apresentados em cada jurado, mas sem exagerar ou caricaturizar cada um.
A direção é fantástica
– as tomadas de câmeras são ótimas, em diversos momentos no nível do rosto dos
personagens, nos trazendo para dentro da sala. A ausência de trilha sonora também
contribui para a imersão no assunto. As atuações estão ótimas, cada um tendo o
devido tempo de tela para se posicionar; o próprio figurino ajudou a nos
envolver na história – conforme eles tiravam o paletó e se envolviam, parece
que sentimos o mesmo. O preto e branco também serviu para não distrair o
telespectador do que realmente importava – o diálogo e as discussões.
