Gênero: Ação, Aventura, Fantasia, Drama;
Direção: Rupert Sanders.
Elenco: Kristen Stewart, Chris Hemsworth, Charlize Theron, Sam Claflin, Sam Spruell, Ian McShane, Bob Hoskins, Ray Winstone, Toby Jones, Brian Gleeson, Vincent Regan, Noah Huntley.
Elenco: Kristen Stewart, Chris Hemsworth, Charlize Theron, Sam Claflin, Sam Spruell, Ian McShane, Bob Hoskins, Ray Winstone, Toby Jones, Brian Gleeson, Vincent Regan, Noah Huntley.
País: Estados Unidos.
Tempo: 127 min.
Idioma: Inglês.
Considero muito interessante a ideia de adaptar histórias infantis
consagradas no cinema através de animações para filmes live-action e um roteiro mais maduro. Mas o interessante acaba na
ideia inicial, no caso do filme Branca de
Neve e o Caçador.
Apesar dos lindos cenários e bons efeitos
especiais, a história não nos envolve, nos comove, nos faz rir ou nos provoca
qualquer outro sentimento minimamente mais forte. Além dos efeitos especiais e cenário,
as cenas com os anões também foram muito bem montadas.
Mas o roteiro é carregado de clichês, como um
triângulo amoroso de adolescentes, que parece ser uma constante nos filmes
atuais direcionados ao grande público. Não se deixe enganar, pois não há qualquer drama real ou inovações em termos de
relacionamentos neste triângulo.
O filme também serviu para consagrar Kirsten
Stewart como uma das piores atriz de sua geração – continua com a mesma falta
de expressão que a marcou na saga dos filmes de vampiros (Crepúsculo), que
coincidentemente, também nos apresenta um triângulo amoroso. Ao menos Stewart tem
demonstrado uma constante – sua atuação é sempre a mesma. Há momentos
constrangedores em que ela tenta invocar as massas, como um líder – e talvez o
fato de o roteiro ser fraco tenha contribuído ainda mais para estes embaraços.
Charlize Theron está muito abaixo de seu potencial,
mas tendo em vista todo contexto que a cerca no filme, não podemos exigir muito
mais do que sua modesta atuação nos apresentou. Ao menos foi talvez o destaque
do filme em termos de atuações. Hemsworth tampouco fez algo de novo – é o mesmo
Thor, que ao invés de utilizar um martelo, usa um machado.
Enfim, um filme que poderia ter sido melhor
elaborado, com uma ideia interessante, mas que decepciona com divisões maniqueístas
entre o bem e o mal, sem propósito algum, de maneira talvez mais inocente do
que na própria animação. Um aspecto menos negativo é a fidelidade à história em
alguns detalhes, que podem trazer boas lembranças para aqueles que já viram o clássico
da Disney.
Nota 42/100
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