segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Depois da Terra

Ficha Técnica: After Earth, 2013.
Gênero: Ação, Ficção Científica, Aventura.
Direção: M. Night Shyamalan.
Elenco: Jaden Smith, Will Smith, Sophie Okonedo, Zoë Kravitz, Glenn Morshower, Kristofer Hivju, Sacha Dhawan.
País: Estados Unidos.
Tempo: 100 min. 
Idioma: Inglês.

    Um filme como este não merece que nos prolonguemos demais. Pelo visto, M. Night Shyamalan ainda não retomou sua boa e velha forma que encontramos em filmes como O Sexto Sentido ou A Vila. Quando fui assistir a este filme, o objetivo era: quero ver um filme ruim, apenas para me distrair. Mas eis que fui surpreendido – o longa era ainda pior do que eu esperava.
      A começar pelas cenas de ações, que são patéticas. Apesar de reconhecer a falta de qualidade em filmes de franquias como Homem de Ferro ou Transformers, ao menos as cenas de ação são interessantes (e no caso do Homem de Ferro, os atores também). Como gosto de filmes apocalípticos, extra-terrestres e outros assuntos semelhantes, pensei que fosse me divertir com este. Mas o filme é péssimo; nem mesmo o monstro farejador de medo (“a ursa”) salva o filme.
   Além dos absurdos e clichês de pai e filho que assistimos, tivemos que contar com um protagonista sem qualquer carisma. O rapaz (Jaden Smith) é responsável por carregar o filme inteiro com sua atuação, mas tem poucos momentos que atinge o nível do aceitável. Até mesmo Will Smith, que costuma me agradar, optou por uma atuação que ao meu ver parecia um robô. Acredito que tenha sido a escolha para construir o personagem, mas realmente ficou ruim. Já vimos o potencial em outros filmes, e por isso a situação é ainda mais decepcionante.
    E o roteiro então, sem comentários. Para além da relação mais do que batida de pai e filho, tivemos que observar apenas os dois sobrevivendo à queda da nave, o pai com a perna quebrada e depois amputada repetindo uma cena inicial, o menino que não estava preparado de repente tornar-se o melhor soldado e um pássaro predador gigante salvá-lo por puro amor! Acredito que esses elementos sejam o suficiente para classificar o filme, no mínimo, como dispensável.

Nota 35/100

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