Gênero: Ação, Aventura, Ficção Científica.
Direção: Marc Forster.
Elenco: Brad Pitt, Mireille Enos, Daniella Kertesz, James Badge Dale, Ludi Boeken, Matthew Fox, Fana Mokoena, David Morse, Elyes Gabel, Peter Capaldi, Ruth Negga, Sterling Jerins, Abigail Hargrove, Pierfrancesco Favino, Moritz Bleibtreu.
País: Estados Unidos, Malta.
Tempo: 116 min.
Idioma: Inglês, Espanhol, Hebraico, Árabe.
Nota 50/100
Após assistir à série
The Walking Dead, que demonstrou como
zumbis podem deixar filmes e séries interessantes e possibilitam realizar algo
profundo, fica difícil não ser crítico a este filme de Marc Forster. Não me
agradam zumbis tão ágeis como esses (afinal, são zumbis, lentos e incansáveis),
ainda que não seja a primeira vez (em Eu
Sou a Lenda temos a mesma situação), outros elementos pioram ainda mais a situação.
O único personagem do
filme é Brad Pitt. Não porque a Terra foi dizimada, e sim porque os demais não têm
espaço, o foco é ele. Cenas violentas, qualquer tipo, foram cortadas, com pouco
sangue, o que pouco condiz com uma situação apocalíptica de zumbis. Não nos
envolvemos com a causa, com as pessoas, com nada.
Talvez a grande
expectativa que eu criei em relação ao filme tenha me deixado ainda mais
crítico com o péssimo resultado obtido. Soluções sem pé nem cabeça são apresentadas,
até que uma dá certo, e tudo será resolvido. Um final esperançoso para a
humanidade, que foi destruída em 80%. As atuações são apagadas, inclusive a de
Pitt e mesmo as cenas de ação, apesar de muitos efeitos especiais, mostram-se
em alguns momentos sem propósito. Tentativas de se criar momentos de tensão são
prejudicadas pela péssima qualidade do enredo.
Um filme dispensável,
entre os piores de 2013 – não acredito que a fórmula do apocalipse tenha se
esgotado, mas nenhum destes filmes que foram feitos até agora com esta temática
teve o mínimo de qualidade. Nem vou comentar sobre a questão dos muros em Israel,
péssimo gosto, flertando com um tom preconceituoso.
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