Gênero: Ação, Ficção-Científica.
Direção: Guillermo del Toro.
Elenco: Charlie Hunnam, Idris Elba, Rinko Kikuchi, Charlie Day, Diego Klattenhoff, Burn Gorman, Max Martini, Robert Kazinsky, Ron Perlman, Clifton Collins Jr..
País: Estados Unidos.
Tempo: 131 min.
Idioma: Inglês, Japonês.
O roteiro, apesar
desse pano de fundo razoável de fim de mundo, peca principalmente na tentativa
de criar o romance entre Raleigh (Hunnam) e Mako (Kikuchi), que não possuem química
alguma e pouca empatia perante o público. A figura de liderança do comandante Pentecost
(Elba) tampouco é tão convincente. Salvo a atuação razoável de Perlman, na pele
de Hannibal Chau, os demais passam despercebidos, quando muito.
Nota 54/100
Gostaria de saber onde este filme pode ser classificado por ter
superado as expectativas. Não, isso ele não fez; tampouco não as alcançou. É um
filme que atente à expectativa natural que ele gera. Monstros e robôs gigantes
se digladiando, os monstros alienígenas que surgem de uma fenda no Pacífico e
querem destruir a Terra, enquanto que os robôs são fabricados pela humanidade
(que aparentemente está unindo esforços para enfrentar a ameaça, através de
diversos países), e pilotados por dois indivíduos que fazem uma conexão mental
(cerebral, tanto faz) e geralmente são parentes. Uma bela homenagem aos
desenhos e seriados japoneses dos anos 1980 e 1990 (Power Rangers talvez o mais
recente).

Mas as cenas de ação são
realmente impressionantes, não tão confusas – eu não assisti ao filme no cinema
– e com um roteiro superior ao de Transformers, por exemplo, torna estas cenas
ainda mais interessantes. Contudo, não podemos falar em grande filme de ação ou
do gênero – é um filme que cumpre quase que inteiramente a sua proposta (além
do romance fracassado e desnecessário, a construção das personagens é bem pobre
e de clichês).
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