Gênero: Animação, Aventura, Comédia.
Direção: Chris Miller.
Elenco: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thornton, Amy Sedaris, Constance Marie, Guillermo del Toro.
Elenco: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thornton, Amy Sedaris, Constance Marie, Guillermo del Toro.
País: Estados Unidos.
Tempo: 90 min.
Idioma: Inglês.
Pelo fato da personagem principal ter se originado na franquia de
Shrek, o filme O Gato de Botas
procura seguir a mesma linha que fez um imenso sucesso com o ogro. Apesar de não
atingir o excelente nível dos dois primeiros filmes de Shrek, este spin-off tampouco se mostra tão repetitivo
e decepcionante quanto os dois últimos filmes da quadrilogia (principalmente o quarto,
muito inferior), que já não traziam tantas inovações e risadas. Acredito que isso
se deva em partes ao fato de todos as personagens serem novas, com exceção do
protagonista.
O filme em si, mescla
as paródias dos contos de fadas e de clássicos do cinema com um estilo western, com muitas aventuras. As cenas
de ação certamente valorizam os efeitos 3D do filme. Os coadjuvantes do filme são
razoáveis, não tão carismáticos como os de Shrek, e talvez por isso o filme
perca alguns pontos.
Humpty Dumpty e Kitty, que co-protagonizam o filme
ao lado do gato não trazem nada de extraordinário, e nem mesmo um grande
carisma. Além disso, tanto o ovo como Jack & Jill não são tão conhecidos fora
dos EUA como eram Branca de Neve, os três porquinhos e o lobo mau ou o Pinóquio,
dentre outros, e por isso não devem despertar o interesse de muitas pessoas
fora dos EUA.
O filme é previsível, do começo ao fim, mas ao
menos ao acrescentar a fábula do gato com João
e o Pé de Feijão o torna um pouco mais interessante e conhecido por
diferentes espectadores. A trama não traz nada muito inovador ou minimamente
profundo, ainda que por ser um tema infantil possa ser elogiado por valorizar a
amizade e as pessoas acima do dinheiro.
Um bom entretenimento para as crianças e adultos, mas
que espero não ser responsável por iniciar uma nova franquia, pois não possui
um grande potencial a ser explorado, ao contrário do que ocorreu com o primeiro
Shrek.
Nota 65/100


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