Gênero: Animação, Comédia, Horror.
Direção: Tim Burton.
Elenco: Charlie Tahan, Martin Short, Catherine O'Hara, Winona Ryder, Martin Landau, Atticus Shaffer, Robert Capron, James Hiroyuki Liao, Conchata Ferrell.
País: Estados Unidos.
Tempo: 87 min.
Idioma: Inglês.
Tim Burton é muitas vezes um diretor superestimado; em tantas outras, subestimado. Ultimamente, não tem obtido muito sucesso com seus filmes – sucesso no que me refiro à qualidade. Sombras da Noite é terrível! Mas ao menos suas animações, escritas, dirigidas ou produzidas, vêm oscilando menos do que os demais filmes, em se tratando de qualidade. A estética utilizada por Burton nas animações é ótima, além de muito peculiar. A escolha do preto e branco para Frankenweenie é totalmente adequada.
Esta nova animação é
divertida e nos brinda com diversas referências a clássicos do horror e da
ficção. Desde os mais óbvios como Frankenstein,
A Noiva de Frankenstein, Drácula e Gremlins, até mesmo com Jurassic Park, King Kong, Lobisomen e
Godzilla. E este talvez seja o aspecto mais interessante desta animação. No
entanto, ao que não parece ser uma desenho voltado para criança, o final é
meloso e decepcionante – talvez um reflexo (ou mesmo exigência) de sua parceria
com a Disney; mas também pode ser o oposto, a parceria sendo apenas uma
consequência desta nova fase de Burton.
Um filme que vale o
ingresso – e que acertadamente, Burton não o fez demasiadamente longo. As
inúmeras referências aos filmes de horror são realmente ótimas; também contém
cenas muito divertidas e personagens interessantes, ainda que os pais de Victor
(Tahan) sejam mal trabalhados; ainda que não traga nada de original, é original
por si só simplesmente por ser uma animação de Tim Burton, que geralmente difere
muito do restante – e desta vez, com certa qualidade.
Tim Burton é muitas vezes um diretor superestimado; em tantas outras, subestimado. Ultimamente, não tem obtido muito sucesso com seus filmes – sucesso no que me refiro à qualidade. Sombras da Noite é terrível! Mas ao menos suas animações, escritas, dirigidas ou produzidas, vêm oscilando menos do que os demais filmes, em se tratando de qualidade. A estética utilizada por Burton nas animações é ótima, além de muito peculiar. A escolha do preto e branco para Frankenweenie é totalmente adequada.
Esta nova animação é
divertida e nos brinda com diversas referências a clássicos do horror e da
ficção. Desde os mais óbvios como Frankenstein,
A Noiva de Frankenstein, Drácula e Gremlins, até mesmo com Jurassic Park, King Kong, Lobisomen e
Godzilla. E este talvez seja o aspecto mais interessante desta animação. No
entanto, ao que não parece ser uma desenho voltado para criança, o final é
meloso e decepcionante – talvez um reflexo (ou mesmo exigência) de sua parceria
com a Disney; mas também pode ser o oposto, a parceria sendo apenas uma
consequência desta nova fase de Burton.
Ao iniciar o filme
com o drama enfrentado por crianças ao enfrentar a morte pela primeira vez, ao
se adequar à escola ou ser considerado um esquisito (quando toda escola é no
mínimo tão estranha quanto o menino), temos um imenso potencial a ser
desenvolvido no filme. No entanto, é inclusive preocupante o final, visto que
realmente a criança não aceita a morte de seu animal de estimação – ainda que
as consequências de não aceitá-las são mostradas de forma grave. O protagonista
(além do cachorro) também é um personagem recorrente nos filmes do diretor – um
esquisito introspectivo, mas bondoso e confuso.
Um filme que vale o
ingresso – e que acertadamente, Burton não o fez demasiadamente longo. As
inúmeras referências aos filmes de horror são realmente ótimas; também contém
cenas muito divertidas e personagens interessantes, ainda que os pais de Victor
(Tahan) sejam mal trabalhados; ainda que não traga nada de original, é original
por si só simplesmente por ser uma animação de Tim Burton, que geralmente difere
muito do restante – e desta vez, com certa qualidade. 



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