Gênero: Drama.
Direção: Paul Thomas Anderson.
Elenco: Joaquin Phoenix, Philip Seymour Hoffman, Amy Adams, Jesse Plemons, Ambyr Childers, Rami Malek, W. Earl Brown, Amy Ferguson, Lena Endre, Madisen Beaty, Laura Dern, Jennifer Neala Page, Patty McCormack, Christopher Evan Welch, Kevin J. O'Connor.
País: Estados Unidos.
Tempo: 144 min.
Idioma: Inglês.
O novo filme de Paul Thomas Anderson não modificou minha opinião sobre o diretor: superestimado, com filmes sempre confusos, que não conseguem se afirmar ao longo da história, muito menos propor qualquer reflexão. Ao menos seus filmes conseguem extrair boas atuações de seu elenco. Em Magnolia tivemos Tom Cruise e John C. Reilly excelentes; Sangue Negro nos trouxe uma fantástica atuação de Daniel Day-Lewis; com O Mestre continuamos tendo estes exemplos, de Hoffman, Adams e principalmente Phoenix.
O longa nos traz Quell (Phoenix), que saindo da IIGM após lutar contra os japoneses, não consegue se readaptar e enfrenta problemas com álcool, violência e sexo – até que encontra Lancaster Dodd (Hoffman), guru de uma nova seita – intencional e clara alusão à Cientologia. No entanto, apesar de tangenciar temas grandes como veteranos de guerra e seus traumas, religiões e novas seitas, o filme não foca no macro, e sim na vida pessoal dos dois, e também na mulher de Dodd, Peggy (Adams).
O novo filme de Paul Thomas Anderson não modificou minha opinião sobre o diretor: superestimado, com filmes sempre confusos, que não conseguem se afirmar ao longo da história, muito menos propor qualquer reflexão. Ao menos seus filmes conseguem extrair boas atuações de seu elenco. Em Magnolia tivemos Tom Cruise e John C. Reilly excelentes; Sangue Negro nos trouxe uma fantástica atuação de Daniel Day-Lewis; com O Mestre continuamos tendo estes exemplos, de Hoffman, Adams e principalmente Phoenix.
O longa nos traz Quell (Phoenix), que saindo da IIGM após lutar contra os japoneses, não consegue se readaptar e enfrenta problemas com álcool, violência e sexo – até que encontra Lancaster Dodd (Hoffman), guru de uma nova seita – intencional e clara alusão à Cientologia. No entanto, apesar de tangenciar temas grandes como veteranos de guerra e seus traumas, religiões e novas seitas, o filme não foca no macro, e sim na vida pessoal dos dois, e também na mulher de Dodd, Peggy (Adams).
Este foco único no pessoal talvez seja onde o filme perde muito do seu potencial. Há uma grande confusão, cenas desconexas e os momentos e ideias teoricamente mais profundas, sobre o questionamento da seita e sua credibilidade, passam de maneira desimportante. Ao meu ver, muitas cenas estão jogadas, sendo difícil para o espectador extrair totalmente os argumentos e reflexões do filme – que está longe de ser um entretenimento. Essa distância do aspecto do entretenimento, que é positiva, acaba também revelando a incapacidade do filme de atingir um objetivo maior (pois aparentemente é esta a intenção, ir além do convencional).
Nota 77/100


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