Gênero: Biografia, Drama, Esporte.
Direção: Boaz Yakin.
Elenco: Denzel Washington, Will Patton, Wood Harris, Ryan Hurst, Donald Faison, Craig Kirkwood, Ethan Suplee, Kip Pardue, Hayden Panettiere, Ryan Gosling, Earl Poitier, Kate Bosworth, Burgess Jenkins, Nicole Ari Parker.
País: Estados Unidos.
Tempo: 100 min.
Idioma: Inglês.
Neste longa temos uma
história real de um treinador negro que assume a equipe de futebol americano de
uma escola do colegial em seu primeiro ano de integração racial. A animosidade
surge desde que o técnico, ainda que reconhecidamente competente, toma o lugar
do antigo treinador, que apesar das divergências, assume o cargo da coordenação
defensiva.
As atuações dos
técnicos (Washington e Patton) são excelentes, e o destaque para Panettiere,
ainda criança – sendo o lado cômico do filme, que conta com pesados momentos dramáticos.
O elenco dos jovens atletas é bom e, apesar de não termos nenhuma grande atuação
de destaque, o trabalho conjunto deles contribui para a produção. O filme conta
com ótima trilha sonora, enquanto que as cenas do futebol são boas, apesar de não
serem o forte do longa. Um filme ótimo para o entretenimento, com cunho social
importante e fundamental, principalmente dentro da sociedade estadunidense,
ainda que não seja muito profundo, além de ser ótimo entretenimento.
O esporte é um tema muito recorrente no cinema hollywoodiano. Também é
comum a utilização de contextos sociais e de superação (dentro e fora do
esporte) aliados a esta categoria de cinema. Como grande fã de esportes e também
desta contextualização, talvez não consiga ter o mesmo tipo de objetividade
como em outras análises. Mas é ótimo poder contar também com a questão da transformação social causada pela prática esportiva, através da valorização do coletivo.
Neste longa temos uma
história real de um treinador negro que assume a equipe de futebol americano de
uma escola do colegial em seu primeiro ano de integração racial. A animosidade
surge desde que o técnico, ainda que reconhecidamente competente, toma o lugar
do antigo treinador, que apesar das divergências, assume o cargo da coordenação
defensiva.
Apesar dos clichês de
superação, última bola, melhores atletas “inimigos” que se tornam amigos,
dentre outros, o filme cumpre bem o papel de ambientar o telespectador no
ambiente de preconceito racial nos EUA na época. Faz também um bom trabalho ao
apontar outros preconceitos, como de gordos ou homossexuais, além de evitar o
estereótipo do “branco malvado”. Temos as cenas de racismo forte, que nos
causam (ou deveriam) náuseas, mas também a dificuldade em se adaptar de todos a
este novo “modelo” de sociedade.
As atuações dos
técnicos (Washington e Patton) são excelentes, e o destaque para Panettiere,
ainda criança – sendo o lado cômico do filme, que conta com pesados momentos dramáticos.
O elenco dos jovens atletas é bom e, apesar de não termos nenhuma grande atuação
de destaque, o trabalho conjunto deles contribui para a produção. O filme conta
com ótima trilha sonora, enquanto que as cenas do futebol são boas, apesar de não
serem o forte do longa. Um filme ótimo para o entretenimento, com cunho social
importante e fundamental, principalmente dentro da sociedade estadunidense,
ainda que não seja muito profundo, além de ser ótimo entretenimento.
Nota 80/100


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