Gênero: Drama, Fantasia, Suspense.
Direção: Oliver Parker.
Elenco: Ben Barnes, Colin Firth, Ben Chaplin, Rebecca Hall, Rachel Hurd-Wood, Emilia Fox, Fiona Shaw, Caroline Goodall, Johnny Harris, Max Irons.
País: Reino Unido.
Tempo: 112 min.
Idioma: Inglês.
Ao que me parece, o
panorama do livro é a questão das aparências e beleza em conflito com a moral,
e a supervalorização destes aspectos na sociedade. Contudo, o filme fica preso à
questão do suspense, da ação, sem colocar qualquer profundidade. A transformação
do personagem principal (Barnes) é dada como natural, passando de um ‘bom moço’
para um homicida egocêntrico em pouco tempo.
A produção do filme
está razoável, com destaque para a maquiagem utilizada. A direção se perde,
junto com o roteiro – de um início empolgante e que atrai a atenção do
espectador, acaba desviando do caminho, tornando-se cansativo e fazendo com que
percamos o interesse. Enfim, um filme dispensável, que apenas não se revelou
ainda pior em razão de contar com uma boa história – o livro.
Idioma: Inglês.
Ainda não li este clássico da literatura mundial, de Oscar Wilde.
Contudo, exatamente por ser um clássico, sua abordagem é conhecida
mundialmente, mesmo para os que não o leram. E nada do que se esperava estava
presente no filme.
Ao que me parece, o
panorama do livro é a questão das aparências e beleza em conflito com a moral,
e a supervalorização destes aspectos na sociedade. Contudo, o filme fica preso à
questão do suspense, da ação, sem colocar qualquer profundidade. A transformação
do personagem principal (Barnes) é dada como natural, passando de um ‘bom moço’
para um homicida egocêntrico em pouco tempo.
Colin Firth vai bem
em seu papel, mas o arquétipo do malandro e malvado que influencia o bom menino
no começo acaba minando qualquer possibilidade de desenvolver o personagem. O mesmo
se aplica ao trabalho de Basil (Chaplin), que tem sua atração por Gray
totalmente descontextualizada. Barnes não compromete com sua atuação, mas
tampouco aprimora a trama.
A produção do filme
está razoável, com destaque para a maquiagem utilizada. A direção se perde,
junto com o roteiro – de um início empolgante e que atrai a atenção do
espectador, acaba desviando do caminho, tornando-se cansativo e fazendo com que
percamos o interesse. Enfim, um filme dispensável, que apenas não se revelou
ainda pior em razão de contar com uma boa história – o livro.
Nota 54/100

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